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 [Enduresu ✘Akumu]

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Minako
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MensagemAssunto: [Enduresu ✘Akumu]   Qui Ago 04, 2011 11:15 pm





Sintese:
Um de jogo de vida. Uma rapariga que tinha murrido e que estava sempre a dizer que iria escolher o inferno, acaba por escolher ir para o céu. Esta rapariga perde as suas memórias quando Deus a deixa voltar à Terra, para viver uma vida tranquila. No entanto, a personalidade que tinha desde o início, continua viva e irá arruinar as tentativas de Deus de lhe dar uma vida calma e tranquila, como sempre tinha desejado. Esta sua personalidade não irá parar de turturar a vida da "humana" vezes sem conta sem ela escolher o Inferno. Para tal turtura, irá voltar no tempo vezes sem conta. A história é contada pela propria humana depois de ter morrido varias vezes, sempre sem memórias e sem perceber a sua situação.
Todos sem iram perguntar, no grande final, “Como é que o teu pesadelo irá acabar, (-------)?”.

Nome: Enduresu ✘Akumu (Endless ✘ Nightmare)
Tipo: Fanfic
Capitulos: 4
Estado: Finalizada
Começou a sair: 2 de Agosto de 2011
Acabou de sair: 23 de Novembro de 2011
Escritora: Minako
Genero: Mistério, Horror, Sobrenatural


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Enduresu ✘Akumu [Endless ✘ nightmare] – Capitulo 1
Spoiler:
 

Estava num dia completamente normal, na minha escola, a olhar pela janela para a rua, a tentar descobrir coisas novas. A aula estava prestes a acabar, e a minha hora de almoço a começar. Não sabia se realmente queria comer, na realidade eu estava mesmo parada a olhar para a janela, parecia uma estátua ambulante no meio da sala de aula. Estão-se a perguntar-se eu realmente estou viva? Bem, aquela coisa que parece uma estátua está viva, por enquanto, e eu…bem sou aquela pessoa, a contar-vos a minha própria história. Sim, eu morri, na mesma semana a que este dia pertencia. A aula tinha acabado de terminar e eu ainda estava a olhar para a janela, sempre nos meus pensamentos absurdos e estranhos. Quando eu, finalmente, decidi mover a cabeça, assustei-me pois algo apareceu na janela. Vi uma rapariga igualzinha a mim, de cabelo curto castanho claro só que com olhos vermelhos, ao início tentei não reparar nela, ignora-la para bem dizer e virei a cabeça para a minha secretária. Comecei por tirar o meu almoço, que estava debaixo da minha mesa, e abri. Assustei-me praticamente no momento em que abri. Estava cheio de sangue, pelo menos era o que eu via, perguntei a uma colega do lado para tentar ver se ela sabia de algo.
- De que estás a falar, (------)? O teu almoço está normal. Tens uma salada perfeita e uma garrafa de sumo de laranja. Tu sentes-te bem?
Fechei os olhos rapidamente e voltei a abri-los no momento a seguir. Vi o almoço normal, como se eu tivesse imaginado coisas. Disse-lhe que estava tudo bem e que estava apenas a brincar com ela. Felizmente, ela acreditou que eu estava a brincar, mas aquilo não deixava de ser bastante bizarro. Durante a hora de almoço, digamos que custou-me almoçar porque ter visto o meu almoço cheio de sangue ou lá o que era. Não parei de tremer e tentei olhar para a janela para ver a tal rapariga igual a mim. Era bizarra a minha figura, eu devia de estar a enlouquecer, foi o que pensei naquela altura. Ainda faltava bastante tempo para a minha hora de almoço acabar por isso decidi ir às casas de banho, ver se eu estava bem. Mal saio da sala de aula para o corredor, em vez de ver pessoas via criaturas obscuras e bizarras, como se fossem de outro mundo, o inferno talvez. Tentei fechar os olhos e rapidamente abri-los para ver os meus colegas e não aquelas coisas. Não resultou. Cada vez mais eu própria me assustava com aquilo. De alguma forma, consegui andar normalmente para a casa de banho sem reparar nas criaturas que me rodeavam e olhavam estranhamente para mim. Entrei. Deu-me uma pequena tontura e aproximei-me dos lavatórios para lavar a cara. Passei com a água pela cara e olhei para o espelho. Estava lá a rapariga que tinha visto na janela da minha sala de aula. De uma maneira estranha, mantive-me calma e tentei perceber o que se passava. Foi o meu maior erro.
- Tu não serás, nunca, um membro do mundo onde estás agora. Voltarás para mim e para todos os teus, para o inferno. – Disse-me o meu reflexo de olhos vermelhos com uma voz de quem não estava a brincar – Volta para mim e deixa de viver no céu.
Não entendi o que ela disse, e perguntei-lhe de que estava a falar. Vejam lá, estava tão maluca que até falei com o meu próprio reflexo. Expliquei-lhe também que eu vivia no planeta terra e não no céu, como ela dizia. Para vos ser sincera, eu não era pessoa de acreditar no céu e no inferno. Achava aquelas coisas, mitos que foram em tempos contados às pessoas pois não tinham tido conhecimentos como temos hoje em dia.
- Acredita em mim e volta para onde pertences, (-----) - Disse-me ela outra vez – Volta para mim e para o inferno, vem viver no sítio que te foi destinado, não fujas para o céu, que por todas estas vezes te abandonou.
Estava a começar a fartar-me daquilo e voltei a lavar a cara para depois sair daquele lugar. Não podia esperar para as aulas acabarem e poder ir para casa. No corredor, as pessoas tinham voltado ao normal. Sentia-me aliviada nisso, mas as palavras do meu reflexo não saiam da minha cabeça, era como se tivesse cometido um crime do qual não tinha outra opção a não ser morrer. Comecei a ter arrepios a certa altura da aula, sentia que o reflexo estava na janela outra vez, aparentemente eu era a única a conseguir vê-la. Eu estava sozinha nisto, eu sentia que não podia levar pessoas para esta confusão. Comecei a sentir-me cada vez pior sobre aquilo e ainda por cima vivia sozinha. Se isto fosse sério, estaria imune ao que o reflexo poderia fazer, iria acabar por ganhar-me. Mal a aula acabou, fui falar com a minha amiga para saber se podia ficar em casa dela. Sem me aperceber levei a família dela para aquela confusão, naquela altura esqueci-me disso por completo.
- Eu não me importo, (------), vou ter de perguntar aos meus pais. Mas é mais do que certo que podes e amanhã também não temos aulas por isso estás à vontade – A minha amiga sorriu-me mas eu sentia que ela não o queria fazer, acho que ela me estava a chamar de estranha de alguma forma. – Vamos?
Ela puxou-me pela mão, e deu um grande estalo como que estivesse a tentar arrancar o meu braço. Perguntei-lhe se estava tudo bem, mas ela apenas fez um cara estranha, de como quem me queria assustar ou até mesmo matar, e disse apenas que estava tudo bem e que não conseguia esperar para esta noite, filmes, conversas, pipocas,… Para ser sincera, não consegui acreditar nas palavras da minha própria amiga, sentia mesmo que estava algo de mal com ela mas hesitei em perguntar, poderia ser algo pessoal e magoa-la sem reparar.
Durante o caminho, ela não parava de dizer o mesmo…

“Como é que o teu pesadelo irá acabar, (-------)?”


Última edição por Minako em Qua Nov 23, 2011 10:36 pm, editado 1 vez(es)
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Minako
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MensagemAssunto: Re: [Enduresu ✘Akumu]   Ter Ago 09, 2011 7:02 pm

Enduresu ✘Akumu [Endless ✘ nightmare] – Capitulo 2
Spoiler:
 

Estava-mos a caminho da casa dela apenas a alguns minutos, talvez uns dez minutos, e eu já estava um pouco farta de ouvi-la dizer sempre a mesma coisa. Não fazia sentido nenhum o que ela dizia. Perguntei-lhe porque estava ela a ter tal acção, visto que, embora ela estivesse a brincar, seria muito bizarro ser logo neste dia.
- Não te preocupes, não é nada de mal a final das contas – ela sorriu para mim com um pouco de ironia, a mesma ironia que eu odiara – Que queres jantar quando chegarmos a minha casa? Vamos ter de comprar algumas coisas porque os meus pais não estão, certamente, em casa.
Pouco me importara o que iria comer, apenas queria estar sossegada. Era complicado mas tinha de conseguir. Ela comprou uns doces, se aquilo era mesmo doces não sei mas sinceramente não pareciam, e dirigimo-nos para a suposta casa dela. Nunca tinha ido lá, por isso não tinha noção de onde era. Ela dirigiu-me até à floresta. Fiquei pasmada quando ela me mostrou uma cabana na floresta. Certamente aquilo não era a casa dela por isso perguntei-lhe.
- Esta sempre foi a minha casa, é assim tão estranha? – Perguntou-me ela preocupada
Eu disse-lhe a verdade, que achara bastante estranho. Ela tinha tanto dinheiro, porque iria viver numa cabana na floresta? Não fazia sentido nenhum. Ela não me deu qualquer tipo de resposta, pois mudou rapidamente de assunto.
- Já percebeste que estou a viver para ti para conseguires esconder-te, inda por cima, de ti própria? – Disse-me ela com a mesma cara que fez no momento em que me puxou pela mão, quase a tirar-me o braço – Ainda não percebes-te que na realidade estou aqui sozinha para apenas sacrificares o meu ser?
Já não estava a gostar da conversa. A voz dela estava estranhamente esquisita e assustadora, e a dizer aquelas coisas parecia ainda mais estranha. Um filme de terror começara eu a viver. Naquele mesmo momento, quando eu iria começar a falar para ela se calar, vi o tal reflexo exactamente atrás da minha amiga. A história já estava explicada. A minha amiga não era a minha amiga mas sim o tal reflexo que só dizia coisas bizarras e sem sentido nenhum. Perguntei-lhe o que ela queria e voltou a responder o mesmo. Explicando umas coisas mais sobre o inferno e sobre eu ser ela e ela ser eu. Não percebi nada da segunda parte. Não fazia sentido nenhum, como é que eu seria alguém que acreditara em coisas sem sentido como o inferno e o céu?
- Poderás não acreditar no que vou dizer agora, visto que também não acreditas-te nas outras coisas que te disse até ao momento, não é, mas pronto. Eu sou tu à uns anos atrás, talvez uns 100 anos – Mal ela começou a falar e já estava a estragar tudo – Estavas sempre a dizer que a tua vida era um inferno, que não prestava, e que quando tivesses uma oportunidade te irias virar para o inferno para te vingares de quem não te deu uma vida fantástica e maravilhosa, como as dos contos de fada. Quando morreste, deram-te a oportunidade de ires para o céu. Foi aí que eu me separei de ti. Respondes-te instantaneamente que sim, que ias para o céu. Ganhei raiva de mim própria, neste caso raiva de ti, e então desde a altura que te deixaram vir para a Terra que tenho estado a perseguir-te e a matar-te várias vezes até escolheres o inferno e vingares-te. Quero poder voltar a ser tu, e quero poder descansar, finalmente, destes árduos anos que lutei para escolheres o caminho certo. Volta!
Calei-me. Não queria responder a nenhum tipo de asneira que ela estará a dizer. Não queria ser eu mesma a responder mal, eu era educada. Mantive-me calada durante algum tempo e pouco depois olhei-a. Ela estava dentro do corpo da minha amiga, a pegar numa faca e a apontar ao peito dela. Perguntei-lhe que estava a fazer.
- (-------), Voltas ou não? A tua amiguinha pode sofrer bastante com a tua decisão por isso pensa bem, sim? Olha que não quero magoa-la e tu também não.
Baixei a cabeça, não queria magoar ninguém. Mas já tinha reparado que, ou morria eu, ou morriam muitas mais pessoas. Era horrível. Como poderia eu ter de fazer tal escolha. Não era justo para ninguém. Eu queria viver, por e simplesmente, uma vida normal. Levantei-me e olhei-a…
- N-Não te importas com ela? Ela morre se tu não morreres. És desse tipo de pessoa? FALA, (------)!!!
Fechei os olhos por um pouco e virei-lhe as costas…Comecei a andar. Quando reparei, já tinha a faca espetada nas costas. Olhei para trás mas não vi nada. Apenas pensei, sei que poderei magoar pessoas com esta minha escolha, mas para o inferno não irei. O tal reflexo tirou-me a faca das costas e mandou-me ao chão. Quando a olhei, com muito esforço, ela sorriu-me e disse-me o mesmo que disse durante o caminho todo.

“Como é que o teu pesadelo irá acabar, (-------)?”
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Minako
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MensagemAssunto: Re: [Enduresu ✘Akumu]   Dom Set 18, 2011 1:51 pm

Enduresu ✘Akumu [Endless ✘ nightmare] – Capitulo 3
Spoiler:
 


Era um dia de aulas novo, uma vida nova começara eu a viver, embora não o soubesse naquela altura. No entanto, não por muito tempo. O meu outro eu já tinha algo já planeado. Um plano mafioso para me matar ou conseguir levar-me para o inferno, qual deles era é que eu não sabia. Mas de alguma forma, ela não se aproximara do meu ser, estava sempre afastada, cerca de 5 metros de distância ou algo parecido. Estava no corpo de um ser humano só que com olhos vermelhos. Eu era a única que via os olhos vermelhos, todas as outras pessoas viam o ser normal, com os seus olhos verdes. A certa altura reparei que estavam a chamar-me.
- (------), Venha ao quadro resolver este exercício. – Disse o professor de físico-química a apontar para o quadro e para mim ao mesmo tempo.
Levantei-me lentamente e dirigi-me ao quadro, tal como o professor tinha pedido. Mas, de alguma forma, eu sentia-me estranha. Não me sentia eu própria. Sentia que alguém se estava a aproveitar do meu corpo, mas era impossível, aparentemente.
- Seu C&#”0%$! Deu-me logo o exercício mais difícil e à P#$& deu um exercício fácil.
- (------), T-tu falas-te? Nunca falas. Mas essa linguagem é deseducada, corrigi-la agora mesmo.
- Não me apetece, idiota. – Levantei a cabeça, fiz o exercício e sai dali.
Quando já me encontrara fora da sala de aula, no corredor, voltei a mim e reparei no que tinha acontecido e desgostei da minha própria atitude. Mesmo que não tivesse sido eu a dizer aquelas coisas, quer dizer fui eu mas ao mesmo tempo não fui, não gostei de ter falado assim para todas as pessoas. Principalmente quando raramente falava. Corri da escola para fora, como se tivesse cometido um grande crime, um crime da qual eu não me poderia safar. Estaria presa a qualquer altura. Poderia, talvez, não me salvar de tal coisa. Mas porque pensara eu tais coisas, não era normal visto que eu não tinha feito nada de mal, apenas falei mal para pessoas, porque seria que eu estava tal mal, porque me sentia eu como se tivesse matado alguém ou feito algo de mal?
- (-------)!
Virei-me para ver quem me tinha chamado. Era uma pessoa igualzinha a mim. Apenas uma diferença eu encontrara entre nós. Ela tinha olhos vermelhos. Ela queria falar comigo, aparentemente. Ela tinha saído do outro corpo para o corpo imaginário do meu ser.
- Porque ainda estás aqui? Não devias estar já a caminho do inferno?
De alguma forma, eu sabia que já tinha ouvido qualquer coisa idêntica, mas não me lembrara aonde e por quem. Mas isto era estranho. Pedi explicações, se bem que não as tive.
- Não interessa, eu já te expliquei várias vezes a conversa. Não me forces a dize-la uma vez mais, quando, nem vale a pena, nunca acreditas. Nem sei como no início acreditavas. Realmente, tu não deves de ser eu. Mas és.
Virei-lhe as costas mas ela tocou-me no ombro. Seu corpo era gelado como o gelo do polo norte. Como se estivesse morta, no entanto ela estava ali, exactamente atrás de mim e a tocar-me, no ombro esquerdo. Olhei-a com um pouco de receio.
- Vais ouvir-me, (-------)? – Disse-me ela.
Deixei-a falar, queria ouvir tudo o que ela me tinha para explicar, contar e assim. Prometi que iria esforçar-me para acreditar um pouco na sua história. À medida que ela ia falando, eu acreditara em certos factos mas continuava a não acreditar em magias ou fosse lá aquilo o que fosse. Continuava um pouco assustada, assustada não sei se será a melhor palavra. Talvez apavorada por não conseguir acreditar em tal coisa, mesmo depois de ter prometido que iria tentar acreditar no que ela me tinha a dizer. Eu queria cumprir a minha promessa, mas a conversa era demasiado estranha para o fazer. Eu, realmente, não acreditava naquelas coisas, nem sei porque prometi tentar acreditar.
- Estás a ouvir-me? – Perguntou-me ela, embora num tom rude continuava calma
Entrei um pouco em pânico e de seguida disse-lhe que sim e que apenas estava a juntar factos na minha cabeça.
- Não estás… - Ela baixou a cabeça depois de dizer isto – Tu continuas sem acreditar na minha história, continuas a achar isto tudo absurdo e sem sentido nenhum. Não estou certa? Mesmo que me tivesses prometido tentar acreditar, foi só uma desculpa para me tapares os olhos não foi? Tu és muito esperta, sim és, realmente tu és. Nem sei porque fui estúpida ao ponto de voltar a gastar o meu latim e assim para te fazer acreditar. Tu és o ser mais reles, mas só o és porque Deus te mudou a personalidade. Nem sei porque continuo a gastar o meu tempo e o meu poder contigo quando eu própria com metade de uma mente posso começar a dominar o mundo e todo o espaço e depois mudar-te a mente quando tiver o meu poder no máximo. Realmente, sou parva não sou? Parva o suficiente para estar a perder o meu precioso tempo…precioso… - Depois de ter dito tal palavra duas vezes, começara a chorar ali, à minha frente. – Diz-me…quão preciosa a tua vida é para ti…? Quanto vale a tua vida…?
Calei-me um pouco e abracei-a, mesmo depois de tudo o que ela me disse. Abracei-a como se ela fosse a pessoa que mais importara para mim. Decidi, em vez de com gesto responder-lhe, responder com a minha voz. Sim, a minha voz, que pouco a pouco se desvanecia de mim… Respondi-lhe que era tudo para mim, e mesmo que a pessoa mais importante para mim estivesse a precisar da minha vida que não a daria assim, sem mais nem menos. Não entregara a minha vida a mais ninguém.
- Estou a ver… - Ela sorriu-me – Parece que não continuas a ser tão ingénua quanto pareces. Sabes que com essa atitude não devias de estar a querer o céu? Sabes que devias de – Resolvi interrompe-la
- E tu? Diz-me quão importante é a tua vida para não a deixares descansar para voltares a usa-la e estares a gasta-la cada vez mais só para me levares de novo para o tal inferno? Porque continuas a gastar a tua vida? Se tu és eu, porque não valorizas a tua vida para poderes voltar a usa-la normalmente? Porque estás a gasta-la?
Ela permaneceu calada, e apenas me respondeu, calmamente, num tom meio rude, mas calmamente ao mesmo tempo. Tal como num filme de terror que assustara até os mais assustadiçoes…

“Como é que o teu pesadelo irá acabar, (-------)?”
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Minako
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MensagemAssunto: Re: [Enduresu ✘Akumu]   Qua Nov 23, 2011 10:35 pm

Enduresu ✘Akumu [Endless ✘ nightmare] – Capitulo 4/FINAL
Spoiler:
 


Aquela pessoa, que era igualzinha a mim, teria dito uma frase que eu já ouvira, no entanto continuava a ser melancólico. Como saberia ela o meu nome? Porque era ela igual a mim? Porque, embora iguais, parecíamos ser diferentes? Perguntas não paravam de me vir à mente, mas aguentei-me. Resolvi não lhe perguntar logo tudo o que tinha no meu subconsciente.
- Nee (-----), porque,… porque não tentamos ser amigas uma da outra?
Ri-me um pouco com o que ela disse, contudo, ela não percebeu o meu riso e tive de a acalmar e explicar-lhe. Ela acalmo, primeiramente, e de seguida expliquei-lhe o porque de eu me ter rido. O que ela dissera não fazia sentido! Se nós somos a mesma pessoa, era óbvio que já eramos amigas. Não havia necessidade de ela fazer uma pergunta tão absurda.
- Tens razão, desculpa-me! Fui meia parva ao fazer esta pergunta. E então? Agora? Sempre vais voltar a mim e vens comigo?
- Não há nada a perder, não é Lucifer-chan?!
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